À medida que a inteligência artificial democratiza imagens, textos e identidades visuais, torna-se cada vez mais difícil construir diferenciação apenas por elementos gráficos.
As experiências, ao contrário, permanecem profundamente humanas.
Elas não são apenas vistas.
São vividas.
É por isso que o branding caminha, progressivamente, para uma abordagem multissensorial.
As marcas que compreenderem esse movimento deixarão de disputar apenas atenção.
Passarão a construir memória.